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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Gojira - A Sight to Behold

Nesses últimos dias, eu tenho ouvido basicamente Gojira para me manter acordado durante o trabalho. Então, um video ao vivo da música que mais grudou na minha cabeça:

Gojira - A Sight to Behold (Live at Garorock Festival 2009)

Bom, a música é afude, e as letras do Gojira também são bem interessantes.

Disso era isso, até a próxima, pessoal o/

quarta-feira, 17 de março de 2010

Volta às aulas

O único problema da volta às aulas é que as postagens do blog ficam paradas até o próximo evento pizzaNERD. Tirando isso, é só alegria. Matérias novas, conhecimentos aprofundados, os dias contados até a formatura, e os meses contados até o mestrado.

Também nesse tempo voltei à trabalhar. Como cansa ficar em casa coçando o saco e lendo os feeds no google reader. Chega a ser prazeroso clicar no "Marcar tudo como lido" :)

Bom, eu tenho uns 4 ou 5 posts engatilhados, mas também tenho que trabalhar, escrever o TCC, responder a alguns questionários, fazer uma planta de instalações elétricas E cuidar dos projetos paralelos que envolvem coisas mais nerds que engenharia. Por isso, depois desse post breve, um vídeo de "rap também é cultura"



E mais um...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Música boa para trabalhar IV

Alguns dizem que os romanos usavam "IIII" para representar o número 4, mas como eu não sou historiador, nem matemático, e tive aulas com o "IV" lá quando era picurruchinho, assim será.

Hoje é breve, só duas músicas.

Comecei o dia ouvindo Melvins, que tocam de Grunge a Drone dependendo do album, passando pelo Stoner e Doom e muitas coisas. Também têm letras que não fazem o menor sentido, e que se ouve duas coisas diferentes em cada uma. Conclusão: são totalmente fora da casinha.

Recomendo mesmo, pena que não sei dizer um álbum mais recomendado... tem bastante variação entre eles.

Aí vai, então, a música Hog Leg, do Eggnog, que foi sampleada na música Beercan do Beck, que tem o King Buzzo no clipe.



Depois disso, a clássica, tradicional e supereficiente (que nem um ataque do pikachu contra uma magikarp) Tocata e Fuga em Ré menor!



Dispensa explicações, é uma das melhores obras pra trabalhar. E até mesmo para não trabalhar. Eu tinha deixado dois videos carregando pra escolher o melhor, esse aí foi só pela visão das teclas, acho fascinante ver as mãos voando no órgão (sem conotações sexuais aqui).

Isso me lembra de quando eu fui assistir a uma colega minha do Goethe tocando no Theatro São Pedro. O solista de cravo ficava alucinado tocando, era frenético. Era o verdadeiro showman (ou homem-apresentação :D)

Enquanto eu carregava as músicas, deixei tocando o álbum "I'm Breathless" da Madonna, e é sensacional! Muito divertido mesmo! Ouso dizer que é um dos melhores pop que já ouvi.

Então, beijundas a todo(s), que eu tenho que trabalhar de noite, já que o Fourier me manteve em casa de dia.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Insônia/Trabalho/Afins

Puta noite de insônia.
Ansiedade à mil.
Teorias conspiratórias inclusive (e não falo do "apagão").
E junto da vontade de matar o mundo, encontrei algo interessante nos blogs da vida...

http://www.dailydoseofexcel.com/archives/2009/11/11/programming-music/

Acho que já tratei desse tema antes :)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Música boa para trabalhar III

Terceira publicação do música para trabalhar. Essa será uma atualização rápida.

Nessa etapa do TCC que já dura alguns dias, comecei ouvindo Cake e Carla Bruni. Como a sra. Bruni-Sarkozy canta em francês, e eu não entendo nada de francês, até que funcionou. O problema é que são músicas mais calminhas que tendem rapidamente a tirar o jovem trabalhador dos braços de Orfeu para colocar nos braços de Morfeu.



Já Cake é tão grudante quanto uma música de video-game 8 bits. Ouvindo então covers como I Will Survive e War Pigs e Mahna Mahna, e pérolas como Sheep Go to Heaven, realmente não dá certo.
Mas em outras ocasiões é muito bom :D



Depois, pra variar, era madrugada, eu estava cansado, querendo variar, e resolvi ouvir Caju e Castanha. Bom, nem preciso comentar, só olhar o vídeo abaixo:



Pra variar, no outro dia foi regado a jazz, John Coltrane (My favourite Things), Charlie Parker & Miles Davis (Bird & Miles), Chick Corea & Béla Fleck (The Enchantment) e Miles Davis (On the Corner). Essas músicas são muito boas para se concentrar no trabalho, mas o destaque vai para o On the Corner, que têm gravações com mais doses de experimentalismo, mais coisas acontecendo na música ao mesmo tempo, basicamente aquela atmosfera já tratada na parte I



Por fim, Ludwig Van Beethoven, concertos para piano. Teriam sido ótimos se eu tivesse escrevendo o TCC no lugar do blog. Para mim, particularmente, o piano é um instrumento que causa bastante distração, principalmente em música clássica. Toda vez que eu ouço eu imagino dedos voando nas teclas, daí meus dedos começam a coçar e eu QUASE me animo a pegar meu teclado que está encostado ali na parede... Apesar disso, não tem ninguém cantando, e os concertos ainda contam com a presença da orquestra, o que aumenta o coeficiente de concentração. :)



Então, disso era isso, uma boa madrugada a todos, e amanhã de manhã eu acordo batendo com a cabeça na parede por não ter escrito nada do TCC.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Música boa para trabalhar II

Parte 2 dos comentários sobre música para trabalhar.

Sob uma dose elevada de café, comecei ontem o dia escrevendo o TCC e ouvindo General Patton and the X-Ecutioners. Ainda não conhecia o trabalho, de fato muito bom, e não é grudento, então, essa hora foi eficiente.

Disso, segui para Mr. Bungle. Dois álbums bem diferentes.
O álbum California é muito mais melodioso, e muito mais fácil de ouvir que os outros do Mr. Bungle. Inclusive, um dia eu estava na academia assistindo à televisão e fazendo Leg-Press e começou a tocar Sweet Charity em uma vinheta do Multishow. Então, péssimo para o trabalho, de repente a atenção se desvia à música e começo a cantarolar "I found a Pink Cigarette (junto com o coro, oooh ooh oh) on the bed the day that you left"... Muita distração.

Então, pra melhorar a situação resolvi ouvir o Mr. Bungle. Esse é bem mais fácil de trabalhar, apresenta mais variações difícies de se prestar atenção, e só de vez em quando que sai um "squeeeeeeeze me macaroni, slap your face in my bologna". Então, é recomendado, mas ainda não comparei com as músicas da postagem anterior.

Por fim, enquanto estava em casa e já cansado fiquei ouvindo Peeping Tom. Como já disse o Mike Patton, é o que ele gostaria de ouvir quando ligasse o rádio, portanto, é pior que o California para trabalhar :D

Mas tive uma surpresa interessante ao chegar no escritório antes. Estava tocando um remix das músicas do Xenogears, que eu nunca joguei e não sei nem o cheiro, mas eram muito boas. Eram instrumentais, apresentando uma variação bastante grande entre as músicas, explorando diversos estilos. Então, não era enjoativo e não distraía muito. Funcionou bem, só tenho que lembrar de pegar essas músicas depois.

Agora, a batata frita me espera o/

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Música boa para trabalhar

Ontem à tarde, enquanto trabalhava, cheguei a uma conclusão interessante: o meu dia fica mais produtivo ouvindo Dimmu Borgir.

Antes do Dimmu Borgir, tentei um Panzerchrist, mas ele teve só 70% da eficiência do Dimmu Borgir.

De qualquer forma, comecei a me questionar depois sobre o que na música faz aumentar a produtividade do trabalho (nota que a produtividade é diretamente proporcional à quantidade de horas trabalhadas durante o horário de trabalho, que segue a equação horas_trabalhadas = horário_de_trabalho - horas_cochiladas - horas_olhando_os_feeds - horas_respondendo_emails), de forma que eu possa encontrar as músicas mais eficazes para tornar o meu trabalho mais eficiente.

O primeiro aspecto a ser notado é que as músicas que eu mais uso para trabalhar (e funcionam) são aquelas que apresentam uma sonoridade mais densa, são músicas mais envolventes (ou viajantes, no caso de abuso de drogas). Quanto mais camadas de som tiver, melhor. Suponho eu que o motivo seja o "desligamento" do indivíduo (no caso, eu) e o ambiente provocado pela imersão na música.

O segundo aspecto trata dos vocais da música. O trabalho fica severamente prejudicado quando se tenta cantar a música ao mesmo tempo. A imersão provocada pela atmosfera densa ajuda a amenizar a vontade de cantar, mas ainda assim, metal épico não funciona. A pior coisa que tem é estar no limite do prazo de entrega de um projeto ouvindo Dawn of Victory. Para o caso épico, funciona melhor um Stormlord. Músicas instrumentais, ou com vocais sem melodias grudantes funcionam muito bem nesse aspecto.

Outra questão importante é o gosto, não necessariamente o que varia de pessoa para pessoa, como o que varia diariamente para uma mesma pessoa. Ontem eu queria ouvir Dimmu Borgir, amanhã eu posso querer ouvir Madonna (grande amplitude musical detectada). Para os próximos dias, verei se tem variação diária na eficácia de diferentes músicas. O que eu sei até agora é que Mastodon, Isis e Pelican funcionam em quase qualquer ocasião.