Mostrando postagens com marcador jazz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jazz. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Aleatoriedades.

Uma publicação aleatória, só pra dizer que o fim de semestre não mata ninguém.

Encontrei um álbum bastante tempo atrás de alguns músicos brasileiros fazendo um jazz muito bom. Estranhamente, ao procurar mais informações, nem o Google sabia. Pensei estar diante de uma ilusão, alguma música imaginária que nem metade do espectro de freqüência depois de usar a transformada de Fourier, até que resolvi procurar de novo nessa madrugada.

Encontrei UM link falando sobre o álbum, um no sítio Discos do Brasil. Por sinal, não sabia que existia esse aí também.

Comecei a procurar nos sites dos músicos, achei só uma breve referência no sítio do Tomati.

Dos outros, nada.

E isso tudo é muito triste, porque, como eu disse acima, o álbum é bom!

Por sinal, eu só descobri que o nome era Todas Na Trave agora. Eu lembro que, quando baixei, o nome dado foi só TNT, como grupo do Faísca. E nada mais.

Bom, quando minha banda voltar ao normal, faço o up.


Para continuar as aleatoriedades, acabei de ver um projeto interessante de renovação da Engenharia Nova, com sinalização + mobiliário. Muito bom, muito bonito, e interessante também, porque eu ainda não tinha visto nada feito pelo design.


E para terminar as aleatoriedades:
"design", em português, é projeto.
"layout", em português, é disposição.

Layout da página é disposição dos elementos de uma página.
Designer é um projetista. O que é um termo vago. Geralmente se usa o termo pra projetistas visuais.

E tinha outra palavra que me irritava profundamente, tinha relação com essas duas, mas como eu não lembro agora, que se foda porque eu tenho que dar um jeito de eliminar o ruído da análise do espectro de freqüência.

E não, eu não gosto de estrangeirismos quando temos palavras equivalentes em português. E também não gosto de aportuguesamentos quando as palavras já existem.

>/

Beijos. o/

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Música boa para trabalhar III

Terceira publicação do música para trabalhar. Essa será uma atualização rápida.

Nessa etapa do TCC que já dura alguns dias, comecei ouvindo Cake e Carla Bruni. Como a sra. Bruni-Sarkozy canta em francês, e eu não entendo nada de francês, até que funcionou. O problema é que são músicas mais calminhas que tendem rapidamente a tirar o jovem trabalhador dos braços de Orfeu para colocar nos braços de Morfeu.



Já Cake é tão grudante quanto uma música de video-game 8 bits. Ouvindo então covers como I Will Survive e War Pigs e Mahna Mahna, e pérolas como Sheep Go to Heaven, realmente não dá certo.
Mas em outras ocasiões é muito bom :D



Depois, pra variar, era madrugada, eu estava cansado, querendo variar, e resolvi ouvir Caju e Castanha. Bom, nem preciso comentar, só olhar o vídeo abaixo:



Pra variar, no outro dia foi regado a jazz, John Coltrane (My favourite Things), Charlie Parker & Miles Davis (Bird & Miles), Chick Corea & Béla Fleck (The Enchantment) e Miles Davis (On the Corner). Essas músicas são muito boas para se concentrar no trabalho, mas o destaque vai para o On the Corner, que têm gravações com mais doses de experimentalismo, mais coisas acontecendo na música ao mesmo tempo, basicamente aquela atmosfera já tratada na parte I



Por fim, Ludwig Van Beethoven, concertos para piano. Teriam sido ótimos se eu tivesse escrevendo o TCC no lugar do blog. Para mim, particularmente, o piano é um instrumento que causa bastante distração, principalmente em música clássica. Toda vez que eu ouço eu imagino dedos voando nas teclas, daí meus dedos começam a coçar e eu QUASE me animo a pegar meu teclado que está encostado ali na parede... Apesar disso, não tem ninguém cantando, e os concertos ainda contam com a presença da orquestra, o que aumenta o coeficiente de concentração. :)



Então, disso era isso, uma boa madrugada a todos, e amanhã de manhã eu acordo batendo com a cabeça na parede por não ter escrito nada do TCC.