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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Floripa, parte II

Então, agora um texto pré-escrito, sem o problema da bateria acabando no bar.

Além do calor terrível, da falta de comunicação, da visão embaçada e das queimaduras (fiquei com um ombro de cada cor, bizarro), ainda tem o problema dos mosquitos. Estava entrando no banho, dei um tapa em um, e ficaram os órgãos grudados na parede, enquanto as asas e as pernas caíram no chão. Algo deveras bizarro. Um dos raros momentos de diversão com mosquitos aqui porque, com todas as picadas, parece que eu contraí catapora. Se já não tivesse me ocorrido quando eu estava lá pela 1ª série, procuraria um médico. Inclusive, já dá pra fazer um jogo de "ligue os pontos" nas picaduras com figuras mais criativas do que seria possível usando os sinais. O pé esquerdo está cheio de constelações, inclusive dá pra ver o cruzeiro do sul ali.

No mais, depois que saí do bar, as gurias bonitas que estavam na piscina desapareceram e brotou o berçário... a piscina a essa hora deve estar toda mijada :P

Pelo menos estou aproveitando o ócio criativo aqui também. Além de escrever alguma coisa, consegui corrigir alguns (não era somente um) erros lógicos no último programa que eu fiz. Daqui a pouco começo a fazer algo mais interessante que jogar Borderlands, Dawn of Discovery, Mario Party 8 e Wii Sports por aqui. :P


segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Uma viagem épica!

Vou aproveitar o gancho do Fred e fazer um pequeno relato da viagem às Aulas Abertas Internacionais de Pa-Kua na Argentina.

Primeiro: nossas apresentações.
Depois de vários imprevistos, mudamos nossas apresentações na última hora, e mesmo assim ficou afude. Eu achei a apresentação de formação marcial/armas de corte memorável.

Segundo: AC/DC.
Parecia distante, mas bastou o pensamento de "se podemos fazer, porque não tentar?" que o mundo passou a conspirar a favor da viagem. Foi uma loucura pela Argentina, cheia de motoristas sem noção e barreiras policiais, e mesmo assim tivemos êxito. O prêmio no final da viagem foi excelente, maravilhoso, trique-trique rolimã. Mas a viagem foi ÉPICA (bom, o AC/DC E as aulas abertas foram épicas, mas é melhor eu me abster de mais comentários extra-show :x).

O que interessa é ir atrás dos teus objetivos. Se forem difíceis, ótimo. Geralmente entedia quando é fácil demais. O gosto é melhor quando suamos para conseguir o que queremos. E se não for impossível, por que não tentar?




PS: Se ninguém tentasse, não existiria isso
PPS: QUILMES!